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Tecnologia que transforma.

Os pequenos negócios ganharam a internet. E quem busca empreender no comércio eletrônico encontra oportunidades não apenas para garantir uma fonte de renda, mas também para conquistar seu espaço no mercado e crescer.

O movimento é natural e veio para ficar, dizem os especialistas. "O e-commerce não parou de crescer e não vai parar, pelo menos nos próximos cinco anos. Mesmo com a economia em declínio no ano passado, a expansão foi de 8%. Agora, em 2018, nossa expectativa é de crescimento de 12%", afirma Fernando Ricci, secretário-executivo da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) e coordenador do Ciclo MPE, iniciativa gratuita que há 14 anos ensina novos empreendedores a montar e a operar uma loja virtual.

A perspectiva é positiva principalmente porque a compra pela internet já faz parte dos hábitos de consumo do brasileiro, inclusive pelo celular. Segundo a pesquisa Webshoppers 37, do Ebit, no Brasil, 55,15 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma aquisição pela internet no ano de 2017, um aumento de 15% em relação a 2016. São mais pedidos (alta de 5%), um gasto maior por compra (alta de 3%), e um faturamento crescente (alta de 8%).

O planejamento para criar a loja é necessário
Construir um e-commerce rentável, claro, não acontece por um passe de mágica. É preciso elaborar um plano como em qualquer outro negócio. Primeiro o empreendedor precisa saber o que vai vender, procurar um nicho de mercado, algo que o encante, que tenha habilidade de vender. E fazer um bom planejamento, É recomendável ainda conhecer bem o perfil do públicoalvo. 

É bom saber se é para jovem ou adulto. Onde ele está? É na sua circunferência? E focar nele.

Muitos empreendedores começam vendendo pelas redes sociais. Marketing, consultoria em gestão para pequenas empresas, esta pode ser uma fase interessante para testar o mercado, mas, se a ideia é tornar o negócio sustentável, o indicado é migrar para um e-commerce bem-estruturado. É super válido começar vendendo por redes sociais e marketplace. Mas ter a loja própria significa dar uma cara mais profissional. Mostra que é uma empresa séria, que o empreendedor não é um aventureiro. E hoje há opções com investimento baixo.

Letícia Vaz, que começou a vender roupas pelo Instagram, percebeu essa realidade por experiência própria. Depois que montou o e-commerce, ela conta que o negócio deu um salto de vendas de mais de 40%. "Com a confiança que o site passa, dá para as pessoas comprarem com tranquilidade", afirma. Marcelo Cypriano, que vende miniaturas de carros, investiu em uma loja virtual e viu as vendas decolarem. "Deu uma imagem de profissionalização, de segurança para quem compra, de credibilidade", diz o empresário.

Na hora de montar o site, investir em boas fotos de produtos e num layout fácil de navegar melhora a experiência de compra e, consequentemente, amplia as chances de venda.

Depois que a loja virtual está completa, é hora de fazer a divulgação, seja investindo em publicidade online ou se posicionando nas redes sociais. Com o e-commerce, você atinge um potencial de vendas muito maior do que se não estivesse na rede. Mas isso não acontece por mágica. A internet tem uma lógica própria. E é preciso ser atrativo para as pessoas consumirem.

Pós-venda é outro ponto estratégico para manter o e-commerce atrativo, já que no ambiente online o empreendedor não está cara a cara com o consumidor. É fundamental manter um canal de atendimento, para receber perguntas, tirar dúvidas, oferecer informações adicionais. E mais importante ainda é dar respostas rápidas. Essa é a lógica da internet. Tentar diminuir ao máximo o tempo de resposta.

Hoje existe uma confiança muito maior para o consumidor fazer compra online. Mas, para uma loja virtual se estabelecer no mercado, um fator muito importante é a reputação. Por isso, uma tendência entre os pequenos negócios virtuais, segundo ele, é aderir aos grandes marketplaces, que emprestam a confiabilidade de suas marcas aos e-commerces associados. É uma forma de ganhar confiança e atender a um público muito maior.

Fonte: Uol Ecomonia. 

 

 

 

 

 

 

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